vida simples

Da série: chega de procrastinar.

Por quê as pessoas não gostam de fazer faxina?

Hoje, plena terça feira, semana de feriado, primeiro jogo da Copa chegando, eu já estou de férias da Faculdade (YEY!), e com toda essa animação gritante, como a maioria das pessoas fazem, eu montei uma listinha de coisas para fazer durante o tempo livre… Nessa listinha tem coisas como: escrever para o Caderno de Cabeceira, continuar firme na dieta (num próximo post eu comento mais sobre esse rolê da dieta), sem fugir demais (PORQUE NÉ, A GALERA ENTRA DE FÉRIAS E JÁ CORRE PRO FAST FOOD), ler dois livros no mínimo, ver mil filmes, séries e todas essas coisas que a gente gosta de fazer no tempo livre (:

MAS, PORÉM, CONTUDO, TODAVIA, ENTRETANTO, NO ENTANTO, NÃO OBSTANTE, tem um objetivo que eu venho procrastinando há um bom tempo, e resolvi fazer hoje.

Meus caros e amados leitores, eu gostaria de lhes reapresentar alguém (que vocês provavelmente já conhecem)…

A faxina.

Sim, aquela faxina de jogar aquele pote de creme que já não tem mais nada, mas você guarda mesmo assim pra te lembrar de comprar outro (neeever gonna happen), ou aqueles papéis de serenata de amor que vinham com frases fofas dentro, que seu(a) ex de 2005 te deu de dia dos namorados (posta as frases do bombom no facebook e assina como Clarisse Lispector, MAS JOGA OS PAPEL TUDO FORA CRIANÇA) e outras mil coisas que você vai enrolando, e arrumando desculpa em TUDOOO pra não ter que encarar:

“Ah, que peeeena que hoje não deu tempo! Mas aqueles vídeos compilados de cachorros sorrindo pareciam muito importantes, e amanhã também não vai dar, porque eu acho que minha vizinha está grávida, então tenho que ser solidária e não fazer esforço por ela, coitada ):

E dentro disso tudo eu me perguntei: Por quê as pessoas não gostam de fazer faxina?

FAXINA É MÓ DAORA

~ Monica Geller approves faxina ~

E pra provar isso, eu fiz um tópico com os pontos positivos de fazer faxina pra ajudar aqueles que não tem ânimo de encarar essa bagaça.

Primeiramente, eu acredito que todos gostam de ver seu lar doce lar arrumadinho, cherôso e aconchegante, né mermo?

Outra coisa, não sei vocês, mas por mais que seja difícil entender que aquela blusa não te serve mais, ou admitir que você nunca vai usar aquela calça que tá esquecida no armário, e você vai ter que doar… GENTE, LET IT GO, DOA TUDO. VELHO PRA UM, NOVO PRA OUTRO. Tem MIL opções de passar o pacote pra frente: brechó, instituições de caridade, moradores de rua ou até aquela irmã mais nova, sobrinha, afilhada que sempre amou aquela sua blusa e tal. E ficadica que quando a gente pratica o desapego, o apego por você aumenta (;

E falando em desapego, quem é que não fica super feliz, cheio dos orgulhinho quando não vê aquelas mil sacolas de LIXO que você achou no meio das coisas e agora está indo para o infinito e além!? E olha, ficadicadois que o orgulhinho aumenta quando a gente recicla o lixo, pois papéis, plásticos, vidros e metais velhos podem ser reutilizados através da reciclagem… E claro que tudo isso mantém um meio ambiente mais fofinho, verde e preservado por aí, galera.

Fora tudo isso, existem mil oportunidades dentro de um processo de faxina do seu cafofo:

– Ouvir aquele CD novo (ou lista de músicas) do seu cantor(a)/banda favorita, que você sempre esquece de passar pro celular, e ainda não teve tempo de ouvir…

– Enquanto organiza e limpa sua humilde residência, você pode também organizar e limpar a sua cachola. Sabe? Organizar aqueles pensamentos mais perdidos e confusos, e limpar, exterminar, mandar pra casa do cacete, aqueles pensamentos mais negativos que cismam em aparecer de vez em quando.

– Podem acontecer reencontros de afeto inesperados, tipo aquele brinco querido e amado que se perdeu (sabe-se lá Deus como) atrás do sofá em um verão passado e você fica feliz que nem o seu gato, cachorro, filho ou você engoliu (:

Ou então, no fim das contas, você pode se inspirar pra escrever sobre faxina.

Agora, sem choro nem vela, vai lá, arregaça as mangas e hey, ho, let’s go!

(;

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Miranda Lourenço
Publicitária, cantora, fotógrafa, amante de séries, e apaixonada por felinos domésticos.

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