cotidiano

Would you dance with me?

É tudo coisa, coisinha, detalhe.

Existem pessoas que simplesmente não facilitam. Não é pra facilitar pra mim não, o benefício seria delas, somente delas mas, nem assim. Nestes casos eu me pergunto: até que ponto ajudar ajuda?

Ninguém é bonzinho 100% do tempo. Se for é falso, é mentira. Mas também não precisa chutar o pau da barraca com quem não tem nada, absolutamente, nada a ver com seus dramas, nhé?

É com o tempo que se conhece as pessoas, tudo que vem, vai e vice-versa, fui clara?

Fico abismada realmente com a dificuldade que se encontra em ajudar quem  é órfão de ajuda, a comunidade LGBT que o diga, afff.

Muito do que se aprende num plantão é de como NÃO  proceder, e aí eu dou graças a Deus por ser quem eu sou.

Numa “festa da firma” em contrapartida você vê muito do que as pessoas poderiam ser e não são, por tola opção. Nestas mesmas ocasiões aparecem aquelas pessoas que você simplesmente não sabe de onde vieram, tipo fazendo a íntima e daí vem na garganta aquela pergunta que não quer calar e pra disfarçar você pergunta pro seu parceiro would you dance with me? 

Anna Carla
Mãe, advogada e blogueira. Amo gatos, plantas e vida simples. Escrevo por prazer.

2 thoughts on “Would you dance with me?

  1. Não curto estes tipos que se acham íntimos ou forçam a barra. Gosto de construir a amizade, acho que é uma das partes mais gostosas – assim como quando se é muito amigo, quando as intimidades são meros detalhes e a sincronia beira à perfeição. Mas nada como conhecer alguém, não é? Aquela troca de estórias. Como sempre digo: adoro fazer amizades. Nada é tão interessante como conhecer gente-que-nem-a-gente – lógico, quando rola afinidade porque senão é só chatisse mesmo.

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